O Palmeiras é, novamente, o centro das atenções.
Não pelo futebol arte, não pelas conquistas, não pela torcida, mas por brigas extra-campo.
Há um pouco mais de semana, o presidente do clube, Luiz Gonzaga Belluzzo, veio a público e ameaçou o juiz Carlos Eugênio Simon e afirmou que se o encontrasse na frente, "o encheria de porrada".
Além de manchar a própria imagem, já que o presidente pegou um gancho de 270 dias, o clube ficou pressionado com suas declarações, já que a culpa da má fase alvi-verde ficou toda para Simon.
Porém, uma semana e meia depois das declarações e mais um empate dentro de casa, os jogadores palmeirenses não aguentaram a pressão e explodiram em campo.
No final da primeira etapa, o zagueiro Maurício e o atacante Obina, trocaram palavrões, tapas e socos, sendo os dois expulso de campo.
Com 2 a menos, o clube que era apontado como " provável campeão" algumas rodadas atrás, perdeu mais três pontos importantes no campeonato e corre o risco de ficar fora do G4, grupo dos classificados para a Libertadores.
Logo após o término da partida, vice presidente de futebol do Palmeiras, Gilberto Cipullo, declarou que os jogadores envolvidos não vestem mais a camisa do Palmeiras.
O que temos a dizer é "tal pai, tal filho" ou nesse caso..."tal direção, tal jogadores"
Ulysses Silveira
"Tal pai, tal filho"
Postado por clickinicial às 18:43
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